sexta-feira, 4 de julho de 2008
terça-feira, 1 de julho de 2008
JAPÃO: Curiosidades sobre a origem do povo

Não existem ainda conclusões definitivas sobre a origem do povo japonês. Pesquisas e estudos continuam a revelar factos e aspectos arqueológicos e históricos até então insuspeitos. Por exemplo, em 1949, um jovem de nome Chuyo Aizawa descobre, numa estrada da aldeia de Iwajuku, na província de Gumma (Gumma-Ken), numa camada de solo da fase final da época diluviana (há mais de 10 mil anos), um objeto de pedra lascada.
Desde então, em mais de cem localidades, espalhadas de Hokkaido até Kyushu, encontraram-se objectos de pedra lascada.Tais descobertas demonstram que o Arquipélago Japonês há mais de 10 mil anos é habitado pelo homem. Depois do achado de Iwajuku, outras pedras lascadas com idade mais antiga, de 150 mil a 240 mil anos, foram descobertos em Fujiyama, em Gumma-Ken e outras localidades.Em 1967, na vila de Hoshino, Tochigi-ken, descobrem-se não só objectos de pedra lascada como também restos de habitações de homens primitivos.De onde procedem esses primitivos habitantes do Japão?
Existe alguma relação entre eles e os nipônicos actuais? Arqueólogos e antropólogos pesquisam estes e outros problemas de grande interesse para todos os estudiosos da história, ou melhor da pré-história do Japão.
Mas até agora não se chegou a qualquer resultado definitivo.Estudos eológicos fazem supor que há até cerca de 10 mil anos (que corresponde à fase final da época diluviana) o Japão esteve ligado ao continente asiático, tendo o actual mar do Japão como uma espécie de mar interior. Acredita-se que os dois extremos do que seria então o Japão estariam ligados às terras do continente. Fósseis de rinocerontes e elefantes das espécies existentes no continente foram encontrados em muitos pontos de Norte a Sul do país.
sábado, 28 de junho de 2008
terça-feira, 24 de junho de 2008
quinta-feira, 19 de junho de 2008
quarta-feira, 18 de junho de 2008
sexta-feira, 13 de junho de 2008

Tibetanos estão sendo cruelmente assassinados pelo exército e força especial chinesa simplesmente por protestarem por "liberdade" e "direitos humanos" na sua própria terra natal, o Tibete.
Monges, mulheres, jovens e crianças foram mortos nos protestos que se iniciaram no último 10 de março de 2008.
Uma potência mundial como a China, país que está prestes a sediar as Olímpiadas, revela-se ser um local impróprio e desmerecedor desta oportunidade de sediar tal evento mundial.
Um governo que nega o diálogo com um dos cidadãos mais respeitados do mundo, prêmio nobel da paz e exemplo vivo de compaixão, amor e consciência lúcida nos dias conturbados de hoje – o monge Dalai Lama.
Sua Santidade, o 14º Dalai Lama, líder espiritual do povo tibetano, reconhecendo a China como seu irmão, não vê um motivo real e necessário de desanexação do território tibetano da China.
Parece-nos que o Dalai Lama, como o mestre espiritual do Dharma, não vê necessidade de nos agarrarmos com unhas e dentes e nos apegarmos cegamente a uma "identidade" particular, muito menos a uma identidade de etnia e nação. Sua Santidade reconhece o facto de sermos todos seres humanos, todos buscando a felicidade.
Reconhece que todos vivemos numa mesma casa, o planeta terra.
Percebe que não somente a estabilidade do clima mundial está completamente na dependência de uma consciência e cuidado global mas também a economia, os valores humanos e a própria sobrevivência humana. Não há motivo para lutarmos uns contra os outros.
Destruir o nosso próximo é destruir a nós mesmos.
Não reconhecer que as boas condições e felicidade do nosso vizinho proporcionará uma boa relação e condições favoráveis mútuas a curto ou longo prazo é estar cego tanto num nível de bom senso humano como também num nível educacional, histórico e de uma lógica óbvia de causas e consequências inevitáveis.
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